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Análise – TOC Weekly Shonen Magazine #24 (Ano 2026).

Lucca 19/05/2026

Conheça Lilim Holic, a nova comédia romântica da autora de Koi to Uso, e como foi sua recepção inicial! Além disso, números de vendas mostram perigo para certas séries, o que pode ser cancelado? Isso e mais na nossa análise da Weekly Shonen Magazine, a segunda maior revista shonen do Japão. Começando pela TOC:

  1. Lilim Holic (Nova Série de Tsumugi Musawo, Primeiras Páginas Coloridas) Ch. 01
  2. Kakkou no linazuke Ch. 295
  3. Mokushiroku no Yonkishi Ch. 237
  4. Kurotsuki no Yaergnacht Ch. 46
  5. Kanan sama wa Akumade Choroi Ch. 182
  6. Dream ✰ Jumbo ✰ Girl (Página Colorida) Ch. 42
  7. Shangri-La Frontier ~Kusoge Hunter, Kamige ni Idoman to su Ch. 265
  8. Mayonaka Heart Tune Ch. 116
  9. Ura Tokyo no Osoroshi Dokoro Ch. 08
  10. Yowayowa Sensei Ch. 166
  11. Blue Lock Ch. 346
  12. Kanojo, Okarishimasu Ch. 424
  13. Megami no Café Terrace (Especial) Ch. 02
  14. Sentai Daishikkaku Ch. 215
  15. Kuroiwa Medaka ni Watashi no Kawaii ga Tsujnai Ch. 221
  16. Zero to Hyaku (Color Page) Ch. 23
  17. Ano shima no Uminesou Ch. 17
  18. Banjou no Orion Ch. 98
  19. Ao no Miburo: Shinsengumi hen Ch. 98
  20. Yumene Connect Ch. 78
  21. Suruga Meteor Ch. 59
  22. Kaijin Fugeki Ch. 76

Ausências: Gachiakuta Ch. 167, Seitokai ni mo ana wa aru! Ch. 172, Hajime no Ippo Ch. 1516, Ahiru no Sora Ch. 616 (Hiato)

Ten Yamasaki
Lilim Holic

Apesar da capa ir para uma atriz, a abertura colorida, em um capítulo de 66 páginas, vai para o novo mangá Lilim Holic, da autora Musawo, do sucesso Koi to Uso.

A história aborda a relação de Yui Hayato, um garoto que deseja se tornar um mangaka, e Katou Emu, uma bela garota de sua escola que é uma fujoshi… mas que também é uma súcubo.

O mundo da história é uma sociedade alternativa na qual diversos seres folclóricos e de fantasia existem, como vampiros e lobisomens, mas num futuro no qual eles foram integrados à sociedade de forma que generalizações sobre eles não são bem vistas. A autora fez algo parecido em Koi to Uso ao basear o romance num Japão que criou sistemas de combate à crise de natalidade. Então, isso de criar uma sociedade similar à nossa, mas com alguns detalhes diferentes é parte da escrita ela para criar situações e contextos diferentes.

O capítulo inicial de Lilim Holic aborda muito disso. Hayato se sente atraído por Emu, mas não quer deixar isso na cara por achar que pode parecer que ele só gosta dela pela natureza de súcubo e não por sua personalidade. Já Emu quer se aproximar do rapaz, mas tem receio de parecer só algo feito pela reputação libidinosa da sua espécie.

Os dois são próximos justamente pelo interesse mútuo em mangá, sendo fãs da mesma obra Red Ping Pong, um mangá de esporte. Enquanto Hayato tem um interesse maior no mangá pelo esporte em si, Emu adora shippar os personagens. Nesse capítulo vemos a dupla passeando por diversas redes japonesas de livros/mangá, como Gamers, Animate, etc comprando volumes para ganhar os brindes únicos que podem vir com eles — algo comum no mercado japonês.

Enquanto fazem isso e se deslocam entre as lojas, Emu tenta criar situações de “lucky sukebe”, o termo sobre as situações de fanservice ecchi que acontecem em mangá, como uma heroína cair no protagonista, por exemplo. Assim ela acha que não estará deixando claro seu interesse como “súcubo”, mas sim permitindo que Hayato se apaixone por ela naturalmente.

O garoto vai resistindo às situações querendo impedir que Emu o considere um pervertido ou que não entenda que ele ama sua personalidade também, mas é impossível ignorar o quão atraído ele é fisicamente também. Esse jogo de rato e gato dá o tom do capítulo e a dinâmica que os futuros capítulos do mangá devem seguir; Emu tenta seduzir Hayato e ele evita deixar seu interesse claro. A primeira página colorida também tem outros personagens, que assumo devem focar em outras espécies fantásticas e a existência delas no mundo da história.

O primeiro capítulo teve uma recepção bem acima da média dos debuts recentes, com mais de 800 comentários no capítulo inicial na Magazine Pocket, praticamente o dobro de outros lançamentos nos últimos tempos, como Ura Tokyo e Zero to Hyaku. Além disso, a obra teve um volume muito maior no Twitter, com um grau grande de positividade pela construção do mundo e dos personagens.

Não dá para cravar um sucesso de imediato porque já tivemos situações de grande reação online, mas não tão grande nas vendas físicas, como Dream Jumbo Girl, mas a resposta inicial é esperançosa ao menos.

A vice liderança ficou com Kakkou no Iinazuke em um capítulo que termina a viagem de Nagi e Erika e retorna ao padrão, com as outras três heroínas aparecendo pela primeira vez em meses. Esse arco foi anunciado como o final, mas não dá para ignorar as demais personagens, então devemos ter alguns capítulos com cada uma antes de partir para uma conclusão — praticamente garantindo que o mangá superará os 300 capítulos.

Os editores sabem do apelo do retorno de um certo personagem para os fãs hardcore do universo de Mokushiroku no Yonkishi / Nanatsu no Taizai, então posicionaram a fantasia lá na frente, em grande destaque. Quem leu, entende.

Na quarta posição, Yaergnacht com destaque. O novo volume saiu e já nos três primeiros dias lidera os lançamentos da Magazine e deve facilmente bater os 20 mil volumes mensais novamente, uma estabilidade excelente para o mercado moderno, ainda mais considerando o poderio da obra na mídia digital.

O quinto lugar fica com Kanan-sama que continua aquele caso de recepção positiva para seu anime, mas com o backlog vendendo mais no digital que físico. Isso sem contar a recepção forte com o público estrangeiro.

As vendas de Dream Jumbo Girl, o sexto colocado, podem assustar aqueles que não acompanham a revista. Mas para os que estão seguindo as TOCs fica claro o grande apoio editorial do mangá, que ganha outra página colorida nessa semana para promover seu novo volume. Em volumes físicos, parece estar duelando com Yumene Connect e deve vender um número similar novamente, perto da casa das 5 mil unidades.

Já a sétima posição fica com Shangri-la Frontier em um daqueles grandes capítulos de ação que os fãs amam. O mangá continua estável acima da faixa dos 100 mil volumes físicos ao mês, fanbase extremamente fiel à obra.

O oitavo dessa TOC é Mayonaka Heart Tune que, graças a seu anime, havia superado Kuroiwa Medaka no físico, batendo os 17 mil mensais. Já o volume atual está mais próximo de Medaka novamente nos primeiros dias, o que pode implicar uma pequena queda para a faixa dos 16~15 mil talvez, nada fora do comum. Os acontecimentos do capítulo podem animar o público leitor ainda, já que tivemos eventos de grande impacto.

Nono lugar para Ura Tokyo que tem um capítulo bem impactante para chamar atenção, algo que já pode ter sido um movimento do autor vendo a recepção mais morna da série. Se dará certo ou não depende de como ele conduzirá esse gancho, mas os leitores elogiaram a idéia.

Além disso, o mangá colocou mais capítulos de graça na Magapoke e cresceu bastante em números de comentários. Significa um certo interesse maior dos leitores, mas não o suficiente ainda para a compra de capítulos pagos.

Yowayowa Sensei é o décimo colocado e continua com uma recepção decente para seu anime, elogiado principalmente pela falta de censura. Aquele boost inicial na Amazon não se manteve no mesmo forte nível que esteve nas semanas anteriores, mas ainda está decente. Não é um super hit nem nada do tipo, mas parece estar cumprindo sua função.

Lançando apenas metade do capítulo, Blue Lock é o décimo terceiro da edição. Todos entendem que a qualidade artística da série está influenciando em mais capítulos curtos e não finalizados, mas a revista precisa de seu maior pilar com frequência, o que cria essa situação.

Um dos reis da indústria, principalmente em questão de vendas a longo termo e não só focadas num mês só, Blue Lock precisará se manter presente durante esses meses de hype de Copa do Mundo.

A décima segunda posição para Kanojo, Okarishimasu é habitual. A obra, com anime em exibição, basicamente foca em agradar sua base já existente de leitores. Ainda sem pinta nenhuma de estar em conclusão ou algo do tipo, algumas tramas novas até aparecem hora ou outra.

Sentai Daishikkaku é o décimo quarto do grid, depois de um extra de Megami Café. A história, apesar de estar em seu arco final, não dá pistas da proximidade com o fim. É um roteiro intencionalmente confuso para dar o ar de mistério ao evento que está acontecendo. Fora isso, o número do Shoseki deve ser igual ao volume anterior, na faixa dos 8 mil.

Em queda de vendas, Kuroiwa Medaka é o décimo quinto da TOC. O mangá até parece ter perdido um pouco de prioridade entre os editores, mas já na semana seguinte ganhará as primeiras páginas coloridas para trazer informações de seu anime que, pelas imagens, parece ter mantido a estática da primeira temporada, bem criticada.

Não é um mangá com pressa para acabar, mas a falta de grandes desenvolvimentos parece ter cansado alguns de seus leitores. Nem sendo uma questão de gosto, mas talvez fosse a hora de quebrar um pouco do status quo da história.

Apenas a décima sexta posição para a última página colorida, a de Zero to Hyaku. Os números de seu segundo volume até agora deixam claro o porquê; está vendendo perto de Suruga Meteor e deve acabar vendendo menos de 2 mil unidades físicas, número muito baixo.

A questão é que Suruga Meteor recebeu uma página colorida dupla, que só fica abaixo de ganhar uma capa, já Zero to Hyaku não está aparentando ter todo esse apoio editorial para sobreviver nessa baixa faixa de vendas. As cores aqui existem como promoção, mas de forma mais protocolar, já que a Magazine sempre faz isso para lançamento físico. A situação complica, apesar da história ainda não estar apressando seus eventos. É ver se o editorial dá mais uma chance ao mngá, que até melhorou sua performance na Magapoke, mas é o principal candidato ao cancelamento.

Mais um exemplo que a TOC da Magazine não diz tanto da situação das séries quanto a da Jump é o caso de Uminesou, que está ficando próximo do fim da revista em quase toda edição, mas que bateu os 20 mil físicos em seu primeiro volume, já o preparando para se tornar uma das principais obras da revista. O mangá inclusiva já introduziu mais uma nova heroína.

Banjou no Orion continua sua consistente existência, sempre com números similares desde o começo da publicação e uma constante recepção positiva, mas que nunca parece quebrar para fora da bolha. São os limites atuais de uma indústria que precisa tanto de outras mídias.

Em posição baixa, Ao no Miburo não é uma das obras prioridades da revista, mas é interessante para trazer variedade com seu foco na história real e tom mais realista. No capítulo atual temos mais um grande evento histórico japonês com o assassinato de Sakamoto Ryoma, mais um dominó para a inevitáel tragédia do Shinsengumi, o grupo dos nossos protagonistas. O autor não está poupando os leitores da realidade da era.

Antepenúltimo, Yumene Connect é mais um que não é grande prioridade para os editores, que se focam em promover mais os ecchi com anime, Kanan e Yowayowa Sensei, mas não corre risco no momento. A história está regular e iniciando um novo conflito a longo termo.

Suruga Meteor é o penúltimo, mas logo depois de ter recebido as páginas coloridas iniciais, então apesar disso e das vendas baixas, é muito difícil imaginar um cenário no qual a spokon fosse cancelada. Mesmo assim o autor ainda está tentando promover a obra com força máxima, recentemente até encorajando doujins BL para dar algum boost para o mangá.

Fechando a edição, Kaijin Fugeki aparece aqui apenas por uma questão de rotatividade, mas seu novo volume está ficando ali perto de Yaergnacht nos rankings da Shoseki. Isso implica vendas físicas perto dos 20 mil e tranquilidade para continuar crescendo com um anime num futuro, idealmente, próximo.

Foi uma TOC mais simples e numérica dessa vez, mas recomendo a leitura da anterior para quem quer conhecer mais das séries atuais da Magazine. Até a próxima.

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