Fairy Tail retorna com uma nova breve passagem pela revista para celebrar seus 20 anos e nas celebrações temos até um tal de Yoshihiro Togashi… Sensen Senki em estado de recuperação? Além disso, vamos falar da influência de Fairy Tail na revista e suas séries atuais. Tudo isso e mais na nossa análise da segunda maior revista shonen do Japão, a Weekly Shonen Magazine. Começando pela TOC:
- Fairy Tail Re: Fantasia (Nova Série de Hiro Mashima, Capa e Primeiras Páginas Coloridas) Ch. 01
- Blue Lock Ch. 355
- Ano shima no Uminesou Ch. 27
- Shangri-La Frontier ~Kusoge Hunter, Kamige ni Idoman to su Ch. 275
- Kanan sama wa Akumade Choroi Ch. 191
- Gunyuu wo Tsuzuru Ch. 02
- Kakkou no linazuke Ch. 305
- Gachiakuta Ch. 172 – 2
- Banjou no Orion Ch. 106
- KILLER+SITTER (Página Colorida) Ch. 06
- Kanojo, Okarishimasu Ch. 434
- Zureta Kaishaku no Bokura Ch. 04
- Kuroiwa Medaka ni Watashi no Kawaii ga Tsujinai Ch. 231
- Mokushiroku no Yonkishi Ch. 247
- Kurotsuki no Yaergnacht Ch. 55
- Mayonaka Heart Tune Ch. 125
- Ao no Miburo Shinsengumi hen Ch. 109
- Yumene Connect Ch. 87
- Zero to Hyaku Ch. 33
- Yowayowa Sensei Ch. 176
- Sensen Senki Ch. 08
- Dream ✰ Jumbo ✰ Girl Ch. 52
- Ura Tokyo no Osoroshi Dokoro Ch. 18
- Lilim Holic Ch. 11
Ausências: Suruga Meteor Ch. 70, Kaijin Fugeki Ch. 86, Seitokai ni mo ana wa aru! Ch. 180, Sentai Daishikkaku Ch. 222, Hajime no Ippo Ch. 1516, Ahiru no Sora Ch. 616 (Hiato)

Celebrando 20 anos, Fairy Tail volta com a capa e primeiras páginas coloridas para sua nova mini série: Fairy Tail Re:Fantasia, desenhada e escrita por Hiro Mashima, criador do mangá.
Quem segue as matérias sabe; é bem raro de um mangá estampar a capa da revista que vende mais com modelos. Portanto o retorno, por nove semanas, de Fairy Tail é algo grandioso o suficiente para os editores deixarem as modelos de lado já que o mangá é um atrativo maior ao público casual.
Quando comecei a escrever para o site o meu principal receio de cobrir a Magazine era que, apesar de seguir a maioria das séries atuais, eu não tinha lido Fairy Tail. Minha experiência com a franquia diretamente era ter assistido um pouco do anime quando ele começou. Então apesar de eu saber o comum do mangá, como seus personagens e tropos, não ter lido um mangá tão influente para a imagem da Shonen Magazine era algo chato.
Com o anúncio de Re:Fantasia aproveitei a oportunidade e li o mangá original inteiro. E apesar de já saber a influência de Mashima na revista, ficou ainda mais evidente até em outros aspectos.
Com 72 milhões de cópias, Fairy Tail é o quarto mangá mais vendido da história da Shonen Magazine, atrás apenas de Hajime no Ippo, Kindaichi Shonen e Tokyo Revengers. A postura de “delinquente” com coração de ouro e as aventuras de um grupo num mundo fantasioso são elementos que moldaram a revista nos anos 2000 em diante.
No Ocidente até as vendas não mostram a influência total de Fairy Tail nos anos 2000, quando era popular a ponto de ser regularmente comparado com os gigantes da Jump como One Piece, Bleach e Naruto.
A franquia continua ativa com vários spin-off, produtos, games e uma continuação oficial em Fairy Tail 100 Years Quest, que sai na Magazine Pocket com roteiro de Mashima e arte de Atsuo Ueda. Porém a volta do autor à revista é algo que mexe com os fãs. Muitos comentários falaram: “O Natsu na capa da Magazine é mesmo o ideal” e das memórias de ler a revista na infância para acompanhar as aventuras da guilda.
Mashima bolou um roteiro que é tanto celebração quanto avança alguns elementos da série original que ficaram um pouco de lado. Fantasia é a festa anual da guilda Fairy Tail para trazer alegria à cidade. O evento foi retratado no mangá original no arco da Batalha de Fairy Tail, aonde alguns membros se rebelaram e tentaram tomar controle do grupo, liderados por Laxus, neto do líder atual Makarov.
Laxus posteriormente se redime e se torna um dos aliados mais poderosos dos protagonistas, mas a impressão era que seu arco narrativo não havia sido completado. Re:Fantasia promete focar nisso, com uma nova edição da Fantasia e um primeiro capítulo que já mostra um foco maior no Laxus. É fanservice para os fãs velhos.
A recepção em si não importa, mas se quiserem saber, é praticamente igual à recepção dos fãs ocidentais. Vários felizes só de ter Fairy Tail de volta, gente desacostumada com o traço novo do Mashima, algumas reclamações de fã hardcore que não gostam de detalhes como a piada de Gray com Juvia, etc. O fato das reações serem tão iguais só mostra o quanto Fairy Tail importa para fãs em todo canto do mundo.

Para completar o papo exclusivo de Fairy Tail, vamos falar um pouco das artes feitas para a comemoração de aniversário. Da esquerda para direita, de cima pra baixo, em ordem: Seo Kouji (Megami Café/Uminesou), George Morikawa (Hajime no Ippo), Atsuo Ueda (Fairy Tail 100Y Quest), Yoshikawa Miki (Kakkou no Iinazuke), Yoshihiko Togashi (Yu Yu Hakusho/Hunter x Hunter) e Yudetamago (Kinnikuman).
Seo, Morikawa e Miki são amigos de Mashima, com fotos dos quatro juntos até nos volumes iniciais de Fairy Tail. Além disso são autores da Magazine que publicaram obras juntos e estão até hoje ativos na revista. Já Ueda é o artista da continuação 100 Years Quest.
As figuras mais surpreendentes são Togashi e Yudetamago, autores históricos da rival Shonen Jump. Não que seja problema, mas essas homenagens geralmente tem foco maior em autores da editora.
Não achei nada de Mashima falando de Togashi, mas é muito possível ele ser um fã. Há momentos, como o de Sherria em Alvarez, que remetem a elementos narrativos de Hunter x Hunter. Mashima já disse que era fã da época de ouro da Jump, com suas duas principais inspirações sendo Akira Toriyama e… Yudetamago, dupla autora de Kinnikuman.
Saber disso contextualiza vários momentos e elementos de Fairy Tail sendo diretamente inspirados pelas batalhas de Kinnikuman, como o próprio poder da amizade sendo uma fonte de energia real na história. É mais do que legal ver um sonho de criança do autor ser realizado com essa homenagem.
Continuando a TOC, temos Blue Lock que é o “Fairy Tail” dessa época atual da revista, o carro chefe da Weekly Shonen Magazine que compete com os maiores títulos da Jump e da Sunday. Parece intencional até colocar os dois pilares um em seguida do outro, ainda mais que Blue Lock ganhará a capa na próxima edição para promover seu filme live action.
Fechando o pódio, Uminesou que é o novato de mais sucesso de 2026. Novato como obra já que Seo Kouji é um autor que também está publicando continuamente séries na Magazine desde 2002, sendo da mesma geração de Mashima, que lançou seu primeiro sucesso na revista em 1999 (Rave).
A segunda semana das vendas do mangá parecem pintar um cenário de pequena queda para o volume 2. O primeiro bateu as 25 mil cópias físicas no mês, mas com duas semanas Uminesou está próximo de uns 15 mil. Deve bater os 20k, mas é ver se o mangá manterá esse patamar.
O quarto lugar é de Shangri-la Frontier, mais um pilar da revista. Se Blue Lock é o que mais vende da revista, Shangri-la Frontier é o que mais se aproxima de Fairy Tail tematicamente.
Sim, ShanFro é um mangá sobre um jogo VRMMO, mas ele segue a receita de Fairy Tail e Nanatsu no Taizai de ter um mundo de fantasia e um grupo principal de protagonistas que sai em aventuras, enfrenta diversos inimigos, etc. O sentimento está aqui e histórias do tipo se tonaram importantes para a revista que tem na fantasia um de seus gêneros mais fortes.
Em questão de vendas, ShanFro é o maior battle da Magazine e dos maiores do mercado, ficando atrás apenas de One Piece, Hunter x Hunter, Kagurabachi, Frieren e Iruma-kun entre as séries de ação das revistas shonen semanais.
O capítulo dessa semana também dá início a um novo arco, já apresentando uma premissa básica e possíveis adversário. Não sei dizer o quanto planejam, mas o timing foi perfeito para ver se algum fã de Fairy Tail possa se interessar.
Continuando, o quinto colocado é Kanan-sama que lançará volume nesse mês, com a popular mãe da Kanan com o foco da capa pela primeira vez. Reflexos do anime, aonde ela foi bem popular.
O sexto lugar é Gunyuu wo Tsuzuru com seu segundo capítulo, dessa vez com 39 páginas.
A história continua com Haku montado em seu cavalo chegando na cidade que seu pai havia recomendado uma parada. Ele está faminto depois de passar a noite fugindo e adentra o local procurando por comida.
Por lá percebe bandeiras do grupo de Jin, o herói que matou seu pai. Ao dentrar comprar carne, o vendedor diz que é tudo gratuito já que a cidade está bem agora que os rebeldes derrubaram o governo local e suas tarifas exorbitantes.
Porém logo vemos uma cena de um dos generais rebeldes batendo em um burocrata nu, com uma multidão ao redor atacando o homem. Ele berra dizendo que era só um trabalhador e não abusou de ninguém, mas o povo continua a dizer que ele precisa ser punido, o general então mostra a cabeça decepada da filha do homem antes de desmembrá-lo. Haku vomita com a cena, tendo certeza que o tresouro não pode cair nas mãos dos rebeldes.
O general se aproxima do garoto, oferecendo-o conforto após ver tal cena, mas logo as coisas mudam quando uma magia de comunicação de Jin revela que Haku é um procurado do grupo. A feição do general muda e ataca Haku com uma lança, cortando de raspão.
Ele foge novamente, mas ao perceber que não conseguiria escapar, usa sua habilidade criativa para gritar uma história falsa, acusando o seu perseguidor de ser um traidor de Jin. Ele tenta retrucar, mas Haku é muito hábil em narrar e inteligente com os argumentos, convencendo a multidão a matar o “triador”.
O capítulo acaba com nosso protagonista envenenado pela lança, mas sendo salvo pelo seu velho tio. Já o mangá continua com os piores números dos estreantes do ano, tanto na Magazine Pocket quanto no Twitter. Mas existe uma esperança, que comentarei na sessão de Sensen Senki.

Na sétima colocação temos Kakkou no Iinazuke. Como podem ver acima, a autora Miki Yoshikawa fez uma bela ilustração da Wendy para o tributo de Fairy Tail.
Além de ser uma artista contemporânea de Mashima, ela também foi assistente do autor em Fairy Tail lá no começo, creditando muito do que aprendeu a ele. O traço de Yoshikawa é muito elogiado pela beleza de suas heroínas, aspecto compartilhada com os sucessos de Mashima e que é parte essencial da imagem da revista desde o fim dos anos 1990 com sucessos como Love Hina e Rave sendo parte da construção moderna da identidade Magazine.
O oitavo colocado é Gachiakuta com a continuação do capítulo anterior com muitas revelações sobre o mundo da história e, novamente, uma arte extremamente detalhada e atmosférica.
Em questão de vendas, Gachiakuta chegou às 18 mil cópias em duas semanas com seu novo volume e deve apresentar uma pequena queda dos volumes pós-anime que bateram as 30 mil cópias. Processo normal apesar do mangá ter uma perspectiva ocidental destoante: por algumas pessoas acharem que se trata de um hit do tamanho dos maiores do mercado, acham 30 mil pouco. É um número bom, apesar de não ser um dos principais hits da indústria.
Banjou no Orion é o nono lugar e continua com sua pureza em relação ao demais. Sua páginas oficial quase não traz produtos, a popularidade da série é toda basicamente do mangá em si, muito bem visto pelos leitores que buscam algo pés no chão e de drama humano.

Mais uma lenda Magazine na décima colocação com Akimine Kamijyo e seu novo mangá KILLER+SITTER. A página colorida é daqueles de promoção inicial, não reflexo da recepção dos leitores. O capítulo também traz um resumo básico da história e personagens.
São medidas promocionais normais para um mangá que ainda está montando seu palco. Nesse capítulo mesmo temos os personagens descobrindo que os vilões da história querem eliminar o bebê de Nogawa, o protagonista, mas criando mais mistérios em relação à origem da criança.
Na Magapoke, números continuam baixos nos capítulos pagos após um começo decente nos capítulos gratuitos. Só podemos avaliar melhor quando o serviço colocar a série na promoção de leitura gratuita, prática habitual do app e portanto algo que os leitores esperam, preferindo não gastar dinheiro até lá.
Kanojo, Okarishimasu é o décimo primeiro da TOC em mais um capítulo no qual Kazuya é o Kazuya.
Nosso décimo segundo colocado, Zureboku, publica seu primeiro capítulo pago na Magapoke e, assim como quase toda nova série, arranja números baixos. Com pouco mais de 20 comentários, é o número praticamente igual a todos os estreantes, tirando Lilim Holic. Mostra o quão baixo o interesse inicial é com os lançamentos da revista.
Os comentários, em geral, foram mais positivos novamente por ser outro capítulo focado na dinâmica entre apenas Meguri e Fukanose, com a maioria dos elogios sendo sobre a fofura e beleza dos personagens.
Considerando a situação atual, a queda brusca dos comentários se tornou padrão e a sobrevivência se torna dependente da recuperação quando os capítulos ficam gratuitos, próxima do lançamento do volume 1.
Décimo terceiro lugar, sem muitas novidades também para Kuroiwa Medaka. O mangá apesar de ir bem na Magapoke, possui engajamento mais baixo que as demais romcom da revista no Twitter. Questão de preferência diferente dos leitores de cada série.
Na décima quarta colocação aparece Mokushiroku no Yonkishi, a sequência direta de Nanatsu no Taizai, que já teve crossover em mangá com Fairy Tail, com Mashima criando um capítulo e Nakaba outro.
Como falei, a revista encontrou um grande nicho com fantasias e Nanatsu no Taizai surgiu em 2012 como o próximo grande sucesso do gênero, com os editores trabalhando para que os leitores acompanhassem as duas séries. Deu certo, Nanatsu no Taizai hoje é uma série com mais de 55 milhões de cópias em circulação.
Falando do capítulo em si, foi controverso entre os leitores, mas não acho que mude muita coisa na trajetória de vendas.
Capítulo de muita batalha para o décimo quinto da vez, Yaergnacht. Com a provável queda de vendas de Uminesou, o mangá deve continuar sendo a maior promessa da revista entre as séries sem anime anunciado.
O décimo sexto colocado é Mayonaka Heart Tune em capítulo de conclusão de arco que ja puxa para o seguinte. Sempre comento o quão surpreso fico com a quantidade de merch e promoção do anime, mas é mais impressionante ainda o quanto de programas fazem com os seiyuu mesmo com a série não em exibição no momento.
A impressão que passa é que o projeto envolver voz de forma tão direta influenciou o comitê a aprovar todo um ciclo promocional que não pararia nem com o fim da primeira temporada. Considerando a popularidade da série fora do Japão, talvez valeria a pena investirem um pouco em traduzir e promover esse conteúdo até para o público internacional.
Uma coisa interessante do décimo sétimo dessa TOC, Ao no Miburo, é o quanto suas batalhas focam em closes no rosto dos personagens e lutas que são mais realistas. É realmente um tom mais próximo ao de um drama de TV que o de um mangá de batalha tradicional.
Yumene Connect volta de um pequeno break e está na décima oitava posição. Seu novo volume na Shoseki vai vender basicamente o mesmo de sempre, por volta da casa dos 4 mil volumes físicos mensais. A maior popularidade no âmbito digital é que permite a manutenção do mangá nicho.
A décima nona colocação fica para Zero to Hyaku. O mangá de esporte está focando bastante na Winter Cup, um dos torneios de basquete do Ensino Médio japonês. Não dá para saber ainda se é um arco final.
O mix de vendas baixas, mas popularidade crescente na Magapoke deixa um cenário complicado de previsão. Pode ser que a revista esteja pegando mais leve com as spokon, que sofrem para vender em revistas shonen semanais.
Vigésimo lugar, Yowayowa Sensei continua viralizando aleatoriamente com as imagens fanservice de seus capítulos, além de ganhar produtos como figures e ASMRs.
A reviravolta da semana foi a do vigésimo primeiro colocado, Sensen Senki. Apesar da posição baixa na TOC, o mangá começou a ganhar muitos comentários do nada na Magazine Pocket e a ser recomendado no Twitter, com muitos usuários falando da “nova série da Magazine que é muito interessante”.
Talvez seja o fato de terem disponibilizado os capítulos 4 e 5 para a leitura gratuita, mas esse arco inicial está sendo muito elogiado, com muitas impressões positivas do capítulo dessa semana. Os leitores dizem que a história já estava boa, mas a parte de batalha começou muito bem, com uma inimiga interessante e mais aliados sendo apresentados.
Isso também confirmou algo: os autores usam os comentários da Magapoke como métrica também, com o escritor A-10 tendo percebido que o capítulo da semana recebeu muitos e impulsionou os anteriores também. É o famoso marketing “boca a boca”, com os elogios de fãs interessando novas pessoas a darem uma chance para a história.
Não quer dizer que é um sucesso, mas acende uma esperança que é possível escapar de um começo fraco. Agora Sensen Senki fica na frente de seus concorrentes entre as séries de ação de 2026, mas também pode ser inspiração para mangás como Gunyuu continuarem focando em desenvolver uma história de qualidade e atrair leitores.
Dream Jumbo Girl está no seu habitual ao aparecer na antepenúltima colocação. Não corre riscos, mas em semanas sem página colorida, não tende a ser muito promovido na TOC.
Quem não recebe perdão é Ura Tokyo, que aparece em penúltimo. Os editores não parecem interessados em dar muito apoio para o mangá que continua com números muito baixos na Magapoke apesar de ter vendido mais que Zero to Hyaku. Pode ser o caso da barra ser mais alta para o battle shonen.
É uma pena já que Ura Tokyo é visivelmente inspirado em Fairy Tail e poderia ser o tipo de trabalho que atrai leitores que gostam desses battle shonen em grupo. Há personagens inspiradas em Lucy, Ezra, etc, mas parece que faltou um elemento chave para atrair atenção.
Fechando a edição temos Lilim Holic. Apesar dos excelentes números online, o mangá continua sendo ranqueado baixo. Pode ser uma questão, de novo, de diferença de gosto entre os leitores da revista e da Magapoke? Aconteceu com Idolatry, mas achei que seria difícil ser o caso de Lilim Holic.
Precisamos de mais TOCs para tirar conclusões, mas é para se ficar de olho para caso seja aquele tipo de mangá que é transferido.
Mais um artigo que ficou maior do que eu esperava, mas espero que tenham tirado algo de útil daqui. Por fim, faço a recomendação do vídeo entrevista do WJB com a autora Ruu1mm. Não tem relação com o site, mas é uma entrevista bacana sobre obras mais fora da caixinha e seria bom ter mais chances de entrevistas autores japoneses, então é sempre bacana apoiar. Até a próxima.
