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Análise – TOC Weekly Shonen Magazine #18 (Ano 2026).

Lucca 07/04/2026

A capa é de Yowayowa Sensei, mas o anime que começou essa semana foi o de Kanan-sama. Como foi o anime, sua recepção e pode dar um boost para o mangá? O número de breaks continua explodindo nessa edição com apenas dezoito capítulos. Tudo isso e mais na nossa análise da segunda maior revista shonen do Japão, a Weekly Shonen Magazine. Começando pela TOC:

  1. Yowayowa Sensei (Capa e Primeiras Páginas Coloridas) Ch. 161
  2. Mokushiroku no Yonkishi Ch. 232
  3. Kanojo, Okarishimasu Ch. 419
  4. Blue Lock Ch. 342
  5. Kaijin Fugeki Ch. 72
  6. Kakkou no linazuke (Página Colorida) Ch. 291
  7. Ao no Miburo: Shinsengumi hen Ch. 93
  8. Mayonaka Heart Tune Ch. 111
  9. Kanan sama wa Akumade Choroi (Página Colorida) Ch. 177
  10. Ura Tokyo Osoroshi Dokoro Ch. 03
  11. Shangri-La Frontier ~Kusoge Hunter, Kamige ni Idoman to su Ch. 261
  12. Dream ✰ Jumbo ✰ Girl Ch. 38
  13. Sentai Daishikkaku Ch. 211
  14. Suruga Meteor Ch. 54
  15. Kuroiwa Medaka ni Watashi no Kawaii ga Tsujinai Ch. 216
  16. Blue Lock – Episode of Nagi (Capítulo Especial da Bessatsu Shonen Magazine)
  17. Ano shima no Uminesou Ch. 12
  18. Yumene Connect Ch. 73

Ausências: Zero to Hyaku Ch. 19, Kurotsuki no Yaergnacht Ch. 42, Banjou no Orion Ch. 94, Gachiakuta Ch. 164, Seitokai ni mo ana wa aru! Ch. 168, Hajime no Ippo (Hiato), Ahiru no Sora Ch. 616 (Hiato)

Primeiro, a capa é uma daquelas raras que vai para um mangá. Nem a maioria dos estreantes ganha capa, a maior oportunidade é o lançamento da primeira temporada de anime, que é o caso aqui para Yowayowa Sensei, que terá seu primeiro episódio transmitido essa semana.

É curioso que o anime que, de fato, começou foi o de Kanan-sama, que ganhará a capa na próxima edição. Mas a troca pode ter sido intencional para dar destaque às duas obras, já que os seus anime estão sendo promovidos juntos em algumas peças de marketing — a revista está basicamente falando: “se você gosta desse, veja o outro ecchi também”.

A promoção vai além da capa e da página colorida, a revista também deu suas tradicionais páginas de ensaio de modelo para um cosplay da Hiyori, a sensei do título do mangá. Essa modelo também fará um ensaio baseado em Kanan-sama na próxima edição continuando a promoção dupla dos dois principais títulos ecchi da Magazine.

Yowasen não vende absurdos no físico (por volta de 6 a 8k por volume), mas tem uma presença mais forte no digital, aonde obras com mais fanservice parecem estar criando força nesse período de mudança do mercado de mangá. A explicação é simples, por ter um tom sensual, o leitor tem mais privacidade com a leitura digital.

A Weekly Shonen Magazine sabe que um mangá como Yowayowa Sensei não será um de seus carros chefe, mas não menospreza a importância de apelar para diversos nichos e gêneros diferentes. A idéia da Magazine ser mais permissiva do que suas rivais Jump e Sunday atrai leitores que estão atrás da séries ecchi e sabem que não encontrarão nessas outras revistas. Os editores estão abertos a esses leitores.

Esse aspecto existe até na busca por autores. Yumene Connect tem um autor que veio da linha Jump, aonde provavelmente não encontrava mais espaço para seu gênero, por exemplo. A autora de Yowayowa Sensei, Fukuchi Kamio, veio da Shonen Champion aonde lançou seus primeiros one-shots ainda quando era estudante de Ensino Médio e teve suas primeiras séries, sem muito sucesso.

Suas obras não eram ecchi, com uma aparência e tom mais infantil. A vinda para a Magazine com o gênero permitiu que ela finalmente encontrasse seu sucesso. Os editores até comentaram que a falta de senso de “auto censura” dela é um motivo para o mangá ser como é. Agora é ver como o anime se sairá quando estrear.

Segundo, Mokushiroku no Yonkishi aparece em destaque com um capítulo que demonstra os novos rumos para o mangá, que parecia em seu arco final, mas continuará.

O foco nos Sete Pecados está saindo para o retorno aos Quatro Cavaleiros, o que é curioso porque basicamente esse arco perdurou justamente nesse período do lançamento do jogo Nanatsu no Taizai Origins. Enfim, é uma ótima notícia para a revista que o escopo do mangá é grande e sua presença na revista é garantida pelos próximos anos, já que a dificuldade para achar novos battle shonen de sucesso está enorme para o mercado todo.

Terceiro, Kanojo, Okarishimasu ganha posições altas naturalmente por sua popularidade e por ser um dos mangás mais velhos da revista. Mas além disso temos um foco MUITO raro para a Sumi e a quinta temporada do anime para começar nessa semana, algo que sempre traz junto mais merch e campanhas promocionais.

Quarto, Blue Lock ainda está na eletrizante partida entre Japão e França. O clima de Copa do Mundo está chegando e o filme live action está por vir. Ainda estamos sem novidades da nova temporada do anime, que chega esse ano, mas não deve demorar. Todos esses eventos serão necessários para segurar a queda gradual de vendas que ocorre com todas as obras longas como Blue Lock.

Quinto, Kaijin Fugeki passa por momento de forte recepção, mas sem furar sua “bolha”. Na indústria moderna, anime é quase obrigação para um battle superar os limites de sua revista,  ou por grandes prêmios. Não é o caso aqui, então Kaijin manterá seu bom patamar até conseguir uma adaptação.

É o normal para vários autores veteranos de sucesso na indústria, a própria Rumiko Takahashi na Sunday tem MAO, sua obra recente, mais confinada aos leitores da Sunday e terá chance de expandir apenas agora com seu anime. Um dia Kaijin terá esse momento.

Sexto, Kakkou no Iinazuke ganha uma página colorida para celebrar o aniversário dos seus protagonistas, além de promover o novo volume para sair no dia 16 de Abril.

O mangá é um daqueles que pegou o embalo de vendas de mangá do começo dos anos 2020 e depois foi caindo. Sua trajetória é praticamente uma representação do que aconteceu com o mercado físico em si. Então os editores sabem que o ápice já passou e não volta mais, mas com vendas e popularidade acima dos novatos, o mangá ainda é importante para a revista, que dará uma despedida de luxo à comédia romântica que vive seus últimos meses.

Sétimo, Ao no Miburo é um que nunca teve um grande ápice para ter uma grande queda. Sempre existiu na faixa intermediária da revista e se manteve ali até agora. É consistente e continuará vivendo no seu próprio ritmo.

Oitavo, Mayonaka Heart Tune recém encerrou seu anime, anunciou uma nova temporada e agora volta à normalidade. A série ainda recebe bastante promoção e vários produtos, como é o habitual para uma franquia de romcom, mas suas vendas não tiveram um boost ou algo do tipo, ao menos no visível reino físico.

A impressão que tive é que alguns leitores que pararam de comprar os volumes voltaram após o anime. Um fenômeno que parece cada vez mais comum na indústria: é mais fácil um leitor que já estava no meio do caminho voltar que algum novo comprar todos os volumes desde o primeiro. Ocorre em todas as revistas, já vimos isso com Nige Jouzu, Witch Watch, etc. É possível que o fluxo de novos leitores escolha métodos mais baratos para ler essas séries, como serviços e assinaturas digitais, mas são dados que não temos. De qualquer forma, MayoTune continuará tendo seu destaque habitual na revista.

Nono, Kanan-sama aparece com uma página colorida que é um key visual do anime. Os editores claramente não queriam deixar a semana passar sem cores para um anime estreando, mas o foco do autor nonco está sendo em desenhar a capa e primeiras páginas coloridas da próxima edição da Magazine.

Bom, o anime chegou e correspondeu às expectativas de qualidade que os preview mostravam. Kanan está numa qualidade de produção decente. Não é um Kaguya-sama ou Makeine, mas acima do padrão das romcom. Alguns bons cortes, cores bem definidas e uma arte que é consistente e preserva o apelo do traço do nonco — algo que muita adaptação não consegue reproduzir.

A recepção inicial do anime é positiva com elogios à comédia e os designs dos personagens, mas também com comentários de não verem o que tem de muito diferente de outras romcom.

Com um autor que ficou popular na internet com tiras pequenas, Kanan-sama inicialmente tinha uma estrutura muito mais próxima a de um mangá de Twitter, com foco maior em piadas de tiro curto e situacionais. Com o tempo, o roteiro foi tomando uma estrutura mais linear de mangá tradicional, com progressão dos personagens e suas relações, além de arcos mais longos.

O anime tentou deixar esses primeiros capítulos em algo mais conectado, mas ainda dá para perceber o “esqueleto” original por baixo, com cenas repetidas da Kanan olhando pela janela como se fosse sempre o começo de um novo capítulo que só existe para a “piada da semana”. É até curioso lembrar o quão diferente a série era do que virou hoje em dia.

Talvez mudanças mais bruscas na estrutura fossem necessárias, mas entendo que é complicado mudar demais. Por enquanto, sem boosts ou algo do tipo. Sinceramente, acho que deve passar por um processo mais próximo ao de Mayonaka Heart Tune de ir bem em streaming, conquistar mais fãs internacionais e recuperar leitores.

Décimo, Ura Tokyo traz mais um capítulo dos alunos caminhando para a escola, focando em apresentar a sala que fará o elenco do mangá.

Sendo sincero, acho que era melhor eles terem chegado logo à escola e terem criado situações para a introdução deles lá. Demora demais no começo de battle shonen é sempre curioso, ainda mais que Ura Tokyo está com uma recepção positiva, mas morna em termos de volume.

Os maiores elogios foram à arte, que é indiscutivelmente ótima, mas temos mais comentários de leitores que gostam de bishonen elogiando os novos garotos apresentados no capítulo, algo que não aconteceu nos dois capítulos anteriores. É sempre uma ajuda útil ter parte desse público. Torcendo para que cheguemos à escola no próximo capítulo para vermos mais do que o autor tem planejado.

Décimo primeiro, Shangri-la Frontier continua suas batalhas. Para dizer que não há novidades, o engajamento do anúncio da terceira temporada do anime foi bem alta, mostrando novamente a força de ShanFro com sua base de fãs. No Ocidente, parece que a franquia é menos popular do que realmente é — é um dos principais battle shonen do mercado.

Décimo segundo, Dream Jumbo Girl traz um capítulo que parece também como o inicial de uma segunda temporada de anime, trazendo objetivos novos para as protagonistas. Acho possível que o Hiroyuki já escreva pensando nisso. A ousadia é de se admirar.

Décimo terceiro, Sentai Daishikkaku vai construindo um castelo de cartas com seu novo arco. A direção da história é inesperada e difícil de fazer previsões, mas parece estar construindo tudo de forma estranha, mas interessante. O mangá não crescerá em vendas mais ou nada do tipo, mas uma conclusão forte é algo que pode dar crédito para futuros trabalhos de Negi Haruba, se ele quiser voltar com outros mangá de ação ou drama.

Décimo quarto, Suruga Meteor ainda não dá cara de que será uma das séries do fundão da revista, apesar de baixas vendas. É possivelmente um dos beneficiados do estado de constante breaks de várias séries fixas, além de aparecer com frequência no top 10 de Spokon na Magapoke.

Décimo quinto, Kuroiwa Medaka entregou um capítulo quase inteiro dedicado a um personagem secundário, então não teve prioridade na semana. Nada de risco.

Antepenúltimo, Blue Lock Episode of Nagi, o spin-off de Blue Lock, aparece do nada parecendo um tapa buraco para a edição. A série que saia na Magazine Mensal porém recebeu o comentário de ser um especial para promover a nova peaça teatral baseada em Episode Nagi,

Recentemente tivemos o anúncio de que George Morikawa, autor de Hajime no Ippo, passará por uma internação com a volta do mangá planejada para o final de Maio. A cirurgia tratou de um problema no abdomen e o autor diz estar se recuperando bem, já desenhando algumas páginas no hospital. O foco, espero, que será na recuperação primeiramente.

Mas, como falei várias vezes, a Magazine está com muitos breaks e hiatos recentemente. É de se elogiar que eles permitam que os autores tenham mais descanso, mas precisam achar a balança para que a line-up não pareça deficitária ou inconsistente. Obras como Hajime no Ippo e Gachiakuta são das principais da revista, então achar um ritmo bom para os autores será muito importante para o time editorial.

Isso também joga a pressão ainda mais para encontrar novos sucessos que possam trazer estabilidade para a revista, algo que NÃO está acontecendo. Gêneros importantes como o battle shonen precisam de mais sucessos com urgência — esse é o grande desafio de 2026 para a Magazine.

Penúltimo, Uminesou recebe uma posição mais baixa por questão de rotação básica. Nada demais após tnatas páginas coloridas e destaque promocional. Precisamos ainda saber o patamar de vendas, mas é chance de ir pior que os novatos é quase nula.

Último, Yumene Connect parece ter sido o escolhido para mais vezes fechar a edição da revista. É um ecchi que vende menos que os destaques Yowayowa Sensei e Kanan-sama, que já tem seus anime. Não quer dizer que será cancelado, as séries novas não conseguem vender mais, mas ainda não é colocado como prioridade promocional dos editores.

Dessa vez um texto mais direto por falta de tempo já que escrevi outro texto para o site essa semana [obviamente, recomendo a leitura dele também, já que situa um pouco a situação do mercado em geral]. O próximo artigo terá impressões do anime de Yowayowa Sensei e mais das novidades da semana, incluindo todo esse papo da “volta de Fairy Tail” — não se deixem enganar, não é uma volta a longo termo como várias páginas caça clique estão implicando por aí! Até a próxima.

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